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sábado, 13 de dezembro de 2008

Encerrando ciclos


Em alguns momentos de nossa existência somos "obrigados" a mudar repentinamente de rotina, ficamos perdidos sobre o que será do futuro e o que ficou do passado...Falta chão e ar e para arriscar.
E isso acontece muitas vezes. Depois de concluído um curso, de ter saído de um emprego, de ter perdido um amigo, um amor...Enfim, somos constantemente conduzidos ao tão temido recomeço.
Sobre esse assunto, segue o texto abaixo "Encerrando ciclos".Na internet há confusões sobre o verdadeiro dono de sua autoria, mas sabemos que ele foi traduzido pelo escritor Paulo Coelho. E é , sem dúvida, um lindo texto...

“Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em
permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido
das outras etapas que precisamos viver.

Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos - não importa
o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já
se acabaram. Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casados
pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada
desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que
isso aconteceu. Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não
entender as razões que levaram certas coisas, queeram tão importantes e sólidas
em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um
desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos,
seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha,
seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado. Ninguém pode
estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos
entender as coisas que acontecem conosco.

O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos,
adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais,
amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a
menor intenção de voltar.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente
possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!)
destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou
doar os livros que tem.

Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que
está acontecendo em nosso coração - e o desfazer-se de certas lembranças
significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir
embora. Soltar. Desprender-se.

Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes
ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que
reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Parede
ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra
como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada
mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos,
promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre
são adiadas em nome do “momento ideal”. Antes de começar um capítulo novo, é
preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará.
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela
pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer
óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não
por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente
aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a
casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, ese transforme em quem é.”

Tradução:Paulo Coelho

O terror da pauta


Quem trabalha em meios de comunicação, principalmente na função de pauteiro, sabe bem a dificuldade de encontrar diariamente assuntos de interesse público para serem veiculados em jornais, revistas, televisão etc. Dia desses, acessando o site digestivo cultural, encontrei um texto bem interessante da jornalista Débora Costa e silva.

Vale reflexão, amigos!!!! rsrsrrsrs


Tudo começou com uma paquera. Me interessei por um jornalista charmoso e
interessante e a desculpa que usei para pedir seu e-mail foi a tal: "como faço
para te mandar uma sugestão de pauta?". Consegui o e-mail do cara e de quebra um
problema: quem disse que eu tinha alguma pauta na manga?Eu não podia mandar um
e-mail sem a pauta. Do contrário, minhas segundas intenções seriam reveladas
logo na primeira cartada. Passei o dia pensando e fuçando a cachola para ver se
esbarrava em algum tema que valesse a pena ser reportado e investigado, que
fosse impactante o suficiente para mostrar a importância da publicação,
inovador, gostoso de pesquisar (para eu mesma não me meter em alguma furada),
interessante, curioso e focado. Ufa!Foi então que pedi ajuda à minha amiga
Verônica. Ela, boa jornalista que é, claro, não doou nenhuma
de suas idéias. Tentou me acalmar: "no fim de semana você trabalha em cima disso
e aí as idéias vão surgir. Mas não se sinta mal, é complicado mesmo".Você, que
está lendo a coluna, não faz idéia do que estou falando e nunca ouviu falar em
"pauta"? Aí vai a definição da
Wikipedia: pauta é a orientação que os repórteres recebem
descrevendo que tipo de reportagem será feita, com quem deverão falar, onde e
como. Ela não é necessariamente escrita e nem sempre é premeditada ― no caso de
um acidente de carro, por exemplo, o fato só vira uma pauta no momento em que
acontece. A pauta é elaborada, nos dias de hoje, por editores e sub-editores,
mas em algumas redações ainda existe o pauteiro, que é o profissional que tem a
função de decidir o que será noticiado. Cabe a ele elaborar a pauta do dia, isto
é, os assuntos que os repórteres deverão sair para apurar (investigar).
Normalmente, um pauteiro recebe telefonemas, e-mails e cartas do público (e das
assessorias de imprensa) dando sugestões de pauta. Ela varia de acordo com o
veículo, mídia e público-leitor.Bom, o impasse com o paquera acabou se
resolvendo de outra forma, mas a angústia e frustração de não ter conseguido
pensar em nenhuma pauta permaneceu. Como assim "trabalhar em cima disso"? Como
se idéias brilhantes saíssem após esfregar os neurônios num tanque ou fazendo
qualquer tipo de atividade física e prática: você faz X e acontece Y. Ficar
rodando no Google e em sites e blogs sobre assuntos específicos de meu interesse
não me adiantou muito também, pois só me traziam à tona idéias de coisas que já
cansei de ler por aí.Então bastou a lembrança de um momento constrangedor para
que a crise se instaurasse de vez. Veio-me à cabeça uma das primeiras aulas da
faculdade de Jornalismo, com Júlio Veríssimo nos explicando o que é a dita cuja:
"é uma percepção, um insight, um olhar que vai acompanhar vocês no dia-a-dia. É
difícil despertar, mas a partir do momento em que você desenvolve essa
sensibilidade, tudo o que forem olhar ao redor de vocês vai virar pauta". Logo
na seqüência, me vêm à mente um X vermelho num papel, reprovando a minha idéia
"genial", copiada da "Ilustrada", acompanhado de um sonoro: "isso não é
pauta!".A recordação só veio me confirmar que ter idéias para pautas é um dom...
que eu não tenho! Os poucos anos de profissão já foram suficientes para notar
minha dificuldade. Tremia ao ouvir: "alguma idéia para a próxima edição?",
"traga sugestões para sexta-feira", "vai começar a reunião de pauta", "você já
tem pauta para o especial do mês?", "fique à vontade, o tema é livre", entre
outras do gênero. Tema livre, aliás, sempre me deu calafrios. Cheguei ao cúmulo
do ridículo, certa vez, em uma entrevista de emprego, ao escrever uma redação de
três páginas sobre o que havia aprendido na aula de arte contemporânea na
faculdade naquela manhã, por pura incapacidade de pensar num tema qualquer, mais simples e menos abrangente.Sim, porque para mim o que funciona é escrever sobre
fatos. O resto é nariz de cera, literatice e viagem na maionese ― coisas que
adoro ler, porém, não consigo reproduzir. Mas que jornalista é essa que não tem
criatividade? Quando entrei no Digestivo Cultural, a situação ficou ainda mais
crítica, porque tinha liberdade com temas, formas e estilos. Alguém me explica o
que fazer com esse universo imensurável de possibilidades? (O
Julio bem que tentou, enchi ele de perguntas ao longo desse
tempo). Sentia falta de limites de caracteres, temas e fatos (mal sabia do valor
do tesouro que eu tinha em mãos). Tanto que a maior parte dos meus textos
publicados aqui se refere a fatos (cursos, shows e afins).Mesmo depois de
descartar a oportunidade de sugerir uma pauta para o paquera (afinal, tive que
escolher entre uma coisa e outra), comecei a refletir sobre as várias outras
portas abertas que já encontrei por aí e a frustração bateu ainda mais forte:
quantas chances já desperdicei por falta de uma pautinha que fosse?Até que numa
noite dessas, após um dia recheado de queda nas bolsas, alta no dólar, viagens
do Lula, conflitos no Congo e seis copos de café, perdi o sono. E como numa
dessas comédias da Sessão da Tarde, em que uma banalidade promove uma guinada de
supetão, algo "mágico" aconteceu naquela madrugada. Cabeça borbulhando, sem
conseguir fixar leitura nenhuma, sequer completar cruzadinhas. O chocolate e o
chá já tinham sido acionados (e fracassaram na missão de me acalmar), quando, de
repente, a falta de sono se tornou agitação e por alguns segundos foi como se
estivesse sob efeito de ácido ou algum outro alucinógeno.E, então, fez-se o
milagre: tudo que eu olhava ao meu redor (pente, despertador, caixas de som,
roupas e meias sujas, perfume, violão, tapete, comprovantes de pagamento,
telefone etc.) parecia render uma ótima matéria. Na maioria dos casos, as pautas
eram mais frias (o que significa não ser necessariamente factual), voltadas para
comportamento, mas até economia veio à minha cabeça. Fiquei sensível a qualquer
coisa que meu olhar detectasse e tudo inspirava incríveis reflexões e
desdobramentos.Saindo d'
O fantástico mundo de Bob e voltando à realidade, eu
explicaria o "fenômeno do surto da pauta" a partir da ocorrência simultânea de
dois fatos. Primeiro: cabeça cheia. Trabalhar com hard news faz a gente engolir
informação e, na maioria das vezes, não digerir bem. Você lê mil coisas, ao
mesmo tempo em que trata uma imagem, e se perguntarem sobre a notícia que você
estava editando é capaz de não lembrar os detalhes. Mas, de qualquer forma, se
abastecer de informações sobre diversos temas alucinadamente é o jeito mais
rápido de fazer as pautas borbulharem.Segundo: a pausa. De nada adianta se
afogar em livros, jornais e sites se não há uma interrupção dessa avalanche de
informações para processar tudo isso. E foi o que aconteceu. Apesar de ter sido
uma pausa mais física do que intelectual, o fato é que eu parei (na hora mais
inconveniente). Bastou essa fresta para vislumbrar todas as possibilidades que
estavam escondidas nesse tempo de crise. A Verônica tinha razão: tem como
trabalhar em cima, sim, mas claro, cada um à sua maneira. Ainda bem que ela não
me passou sugestões, senão a preguiça e o comodismo teriam me dominado e eu não
teria conhecido as maravilhas de uma noite em claro. E agora já sabem: se
precisarem de pautas, podem entrar em contato, estão à venda.

Via

sábado, 1 de novembro de 2008

O amor na era orkutiana!

O fenômeno Malu Magalhães


Muito boa a matéria da revista Bravo! sobre a serelepe Malu Magalhães! Vale conferir enquanto toca o rit "Tchubaruba"!




quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Cada um de nós...



“... no fundo, é um solitário, e anseia por ser
compreendido; mas cada um de nós, em parte, permanece estranho mesmo para
aqueles que nos amam”. (Leo Rosten)

sábado, 20 de setembro de 2008

Maroon 5 no Brasil

Boa notícia para os fãs da banda americana de pop rock Maroon 5. É que os meninos chegam ao Brasil em novembro, após quatro anos sem se apresentar no país. Serão três shows : no Rio de Janeiro (07/11), Belo Horizonte (08/11, no Festival Pop Rock Brasil 2008) e São Paulo (09/11).


O grupo de pop rock é formado por Adam Levine (vocal e guitarra), James Valentine (guitarra), Jesse Carmichael (teclado), Mickey Madden (baixo) e Matt Flynn (bateria).


Com pouco mais de 10 anos de atuação, eles são conhecidos pelo sucesso e pela quantidade de prêmios que já receberam. Desde 2004, colecionam 14 prêmios como reconhecimento de seu trabalho, além dos 26 discos de platina pelo álbum de estréia, Songs About Jane (2002), que teve mais de 10 milhões de cópias vendidas.


Foi com o hit This Love, de Songs About Jane, que a banda também se tornou conhecida internacionalmente. A música ocupou o primeiro lugar das paradas brasileiras por várias semanas e entrou para a trilha sonora da novela global Senhora do Destino.


Enquanto Fortaleza continua fora da rota do quinteto, segue um clip para animar esta manhã:



quarta-feira, 10 de setembro de 2008

O adeus antecipado


Dia desses, navegando por alguns sites na internet, me deparei com uma história que arrancou de mim muitas lágrimas frente a tevê. O assunto era a morte de um repórter da tv Globo, no auge de sua juventude e carreira, vítima de um câncer ósseo, em 2005.

O caso está sendo relembrando na última edição da revista Fantástico. Resultado: me emocionei de novo. Então resolvi compartilhar o texto por aqui. Espero que vocês dêem uma olhadinha e que reflitam, assim como eu fui obrigada a refletir, sobre os verdadeiros valores da vida.

Via

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

As forças ocultas da rotina

"A você, que em toda manhã regressa de seu mais fundo e ninguém repara o seu esforço para subir à superfície."
(Carpinejar )


Medo do amanhecer....
De abrir os olhos e lembrar que a lista de obrigações do dia me levará a traçar, novamente, o mesmo percurso.
Mas a culpa é de quem mesmo? Se eu soubesse, juro que matava!!rsrsrsrs...
Sem brincadeira, tenho certeza que é uma força oculta MESMO!!!
Enquanto isso, a paisagem vista pela janela do ônibus alimenta meus devaneios.... E minha sede de mudança!!(Vamos lá, pessoal!!)
Mas pelo menos os pensamentos estão regados a boas doses de música....

sábado, 23 de agosto de 2008

Onde está esse amor??


"Onde está esse amor? Eu não posso vê-lo, eu não posso tocá-lo, eu não posso senti-lo. Eu só posso ouvi-lo. Eu posso ouvir algumas poucas palavras, mas não posso fazer nada com suas palavras fáceis."(Closer-perto demais)



sábado, 9 de agosto de 2008

"O amor que choveu" - Antônio Prado

Vale a pena conferir este texto, gente!!

"Era uma vez um menino que amava demais. Amava tanto, mas tanto,
que o amor nem cabia dentro dele. Saía pelos olhos, brilhando, pela boca,
cantando, pelas pernas, tremendo, pelas mãos, suando. (Só pelo umbigo é que não
saía: o nó ali é tão bem dado que nunca houve um só que tenha soltado).O menino
sabia que o único jeito de resolver a questão era dando o amor à menina que
amava. Mas como saber o que ela achava dele? Na classe, tinha mais quinze
meninos. Na escola, trezentos. No mundo, vai saber, uns dois bilhões? Como é que
ia acontecer de a menina se apaixonar justo por ele, que tinha se apaixonado por
ela? O menino tentou trancar o amor numa mala, mas não tinha como: nem sentando
em cima o zíper fechava. Resolveu então congelar, mas era tão quente, o amor,
que fundiu o freezer, queimou a tomada, derrubou a energia do prédio, do
quarteirão e logo o menino saiu andando pela cidade escura ― só ele brilhando
nas ruas, deixando pegadas de Star Fix por onde pisava. O que é que eu faço? ―
perguntou ao prefeito, ao amigo, ao doutor e a um pessoalzinho que passava a
vida sentado em frente ao posto de gasolina. Fala pra ela! ― diziam todos, sem
pensar duas vezes, mas ele não tinha coragem. E se ela não o amasse? E se não
aceitasse todo o amor que ele tinha pra dar? Ele ia murchar que nem uva passa,
explodir como bexiga e chorar até 31 de dezembro de 2978. Tomou então a decisão:
iria atirar seu amor ao mar. Um polvo que se agarrasse a ele ― se tem oito
braços para os abraços, por que não quatro corações, para as suas paixões? Ele é
que não dava conta, era só um menino, com apenas duas mãos e o maior sentimento
do mundo. Foi até a beira da praia e, sem pensar duas vezes, jogou. O que o
menino não sabia era que seu amor era maior do que o mar. E o amor do menino fez
o oceano evaporar. Ele chorou, chorou e chorou, pela morte do mar e de seu
grande amor. Até que sentiu uma gota na ponta do nariz. Depois outra, na orelha
e mais outra, no dedão do pé. Era o mar, misturado ao amor do menino, que chovia
do Saara à Belém, de Meca à Jerusalém. Choveu tanto que acabou molhando a menina
que o menino amava. E assim que a água tocou sua língua, ela saiu correndo para
a praia, pois já fazia meses que sentia o mesmo gosto, o gosto de um amor tão
grande, mas tão grande, que já nem cabia dentro dela.
"

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

terça-feira, 29 de julho de 2008

Algum dia...




... Quando tivermos dominado os ventos, as ondas, as marés e a
gravidade... utilizaremos as energias do amor. Então, pela segunda vez na
história do mundo, o homem descobrirá o fogo”.


( Pierre Teilhard de Chardin )

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Sabedoria



"Devemos falar com Deus o tempo suficiente para poder escutá-lo", (Frei Betto. )

Indiferença...


Existe algo mais doloroso à alma do que a indiferença?Acho que não. Só a vítima da indiferença sabe do que estou falando. Parecemos menos importantes do que o restante da humanidade;ou melhor, nossa existência não chega a ser notada.


O pior de tudo é que passamos a subestimar, também, nossa existência; nossa importância para o mundo...Perdemos, realmente, o nosso valor.


Escrevo este post para dizer "NÃO!" aqueles que nos subestimam, que nos entristecem, que nos ferem com palavras de pouca estima e/ou afeto.


Somos, constantemente, responsáveis pelos danos que nos são causados. Por isso, cabe a cada um de nós ser o próprio guardião de nossas almas.Vigiemos...

quarta-feira, 23 de julho de 2008

segunda-feira, 21 de julho de 2008

quarta-feira, 16 de julho de 2008

terça-feira, 15 de julho de 2008

Há Tudo Em Mim!



Gostei desse poeminha! Traduz um "eu" reprimido!!!! hehehehe....

Há Tudo Em Mim!
.
O que há no meu coração?
Amor!
Uma sede infinita de amar, de viver...
Amor de mais!
Amor para essa vida
E para todas outras mais.
Amor para toda gente
Amor por toda parte.
Há em mim um furacão de emoções...
A calmaria vem depois.
Depois que amo muito
Que choro muito
Que rio, danço
Muito, muito.
Que beijo o beijo de uma vida
Em apenas um segundo.
O que há então em mim?
Há tudo meu bem!
Todas mulheres, todos desejos
Todas as sensações
Gostos, medos
Todas emoções.
Há tudo em mim. Tudo!
Há um todo sem fim lá no fundo
Sacudindo por dentro meu mundo...
Fazendo-me sair de mim.

[Carolina Salcides]

terça-feira, 8 de julho de 2008

lá, lá, lá...Até o apagar da velha chama ♪



Um cantinho, um violão
Este amor, uma canção
Pra fazer feliz a quem se ama
Muita calma pra pensar
E ter tempo pra sonhar
Da janela vê se o Corcovado
O Redentor, que lindo
Quero a vida sempre assim
Com você perto de mim
Até o apagar da velha chama
E eu que era triste
Descrente desse mundo
Ao encontrar você eu conheci
O que é felicidade, meu amor
Um cantinho, um violão
Este amor, uma canção
Pra fazer feliz a quem se ama
Muita calma pra pensar
E ter tempo pra sonhar
Da janela vê se o Corcovado
O Redentor, que lindo
Quero a vida sempre assim
Com você perto de mim
Até o apagar da velha chama
E eu que era triste
Descrente desse mundo
Ao encontrar você eu conheci
O que é felicidade
O que é felicidade
O que é felicidade, meu amor

quinta-feira, 3 de julho de 2008

DOR



Sempre gostei de futebol.Apesar de ser flamenguista desde pequena, sou brasileira acima de qualquer outra coisa. E como tal, doeu assistir a derrota do Fluminense para o L.D.U, em pleno Maracanã, na final da Libertadores.

O silêncio no estádio, as lágrimas dos jogadores e torcedores...O grito abafado de campeão entregue agora aos pulmões equatorianos.
Para nós, brasileiros, uma noite que vai ser difícil de esquecer...

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Recolhimento

Existem dias onde tudo o que mais desejamos é ficar quietos. Sós.

Sem dúvida, hoje é um dia desses. As horas vão sendo empurradas em busca de um dia melhor amanhã. As tarefas vão sendo realizadas com insatisfação, "porque é o jeito".

Vontade de fugir...De ser livre.... De encontrar sentido para tudo.

Quem de nós nunca viveu um momento assim?

Esperamos então que ele passe rápido, ou ao menos, que passe de forma indolor...

quinta-feira, 12 de junho de 2008

E no dia dos namorados...


... Vale propaganda para garantir companhia em 2009! hehehehe....

terça-feira, 27 de maio de 2008

Estrela de Cannes

Fico imaginando... Como será ser uma atriz "desconhecida", pelo menos do grande público e, de repente, receber um prêmio consagrador como o de melhor atriz, ainda por cima, no Festival de Cannes? Pois é, foi isso mesmo que aconteceu com a Paulistana de 43 anos Sandra Corveloni, eleita como melhor atriz do ano pelo filme "Linha de Passe".

Gente, pensem só no assédio que ela deve ter sofrido após o anúncio do prêmio! Ufa...

Bem, isso só reforça o fato de que ainda há muitos talentos nesse gigante Brazil de meu Deus merecedores de reconheciemento, e não apenas internacional, mas principalmente reconhecimento dos próprios brasileiros.

Paulistana de 43 anos, Sandra é formada pela PUC e integra o elenco do Grupo Tapa, dirigido por Eduardo Tolentino, desde 1998. No teatro, atuou em dezenas de peças, como No Fundo do Lago Escuro, de Domingos de Oliveira, Moço em Estado de Sítio, de Oduvaldo Viana, Major Bárbara, de Bernard Shaw, Contos de Sedução, de Guy de Maupassant, entre outras. Dirigiu, também no Tapa, As Viúvas de Artur, espetáculo que unia peças curtas de Artur de Azevedo, e co-dirigiu, com Tolentino, Amargo Siciliano, de Pirandello, ainda em cartaz no Viga Espaço Cênico.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

domingo, 25 de maio de 2008

A menina


Ela é a menina que perde o sono nas madrugadas quando sabe que magoou alguém; e ao mesmo tempo, a que dorme enquanto um mundo de problemas desaba do lado de fora do quarto;

Ela é a menina feita de risos quando é de alegria que o coração transborda; ou feita de puro medo e tristeza quando surgem ferimentos profundos na alma;

Ela é a menina que cai junto com os pingos de chuva, desejando encontrar águas mais calmas no caminho; e que tempos depois, encanta-se pela correnteza;

Ela é a menina apaixonada por livros, mas que nunca os relê, temendo apagar o que ficou de bom; mas escuta a mesma música diversas vezes, a fim de fixar as lembranças revividas pela melodia;

Ela é a menina que está presente numa infinita lista de contradições, achados e perdidos, ditos e não ditos, encontros e desencontros... Aquela que mesmo depois de ter falado muito, ainda possui algo escondido a dizer, confessado discretamente, em suas temíveis reticências...

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Quer ouvir música???

A dica da semana fica por conta dos sites de música com enfoque no compartilhamento. Neles é possível compartilhar seu playlist online. Deste modo, você conecta suas músicas preferidas e usa o seu gosto musical para encontrar novas músicas, e de quebra, fazer novos amigos.


Jango
LastFM

terça-feira, 20 de maio de 2008

Dúvidas sobre conjugação??

eu conjugo
tu conjugas
ele/ela conjuga
nós conjugamos
vós conjugais
eles/elas conjugam

Tire suas dúvidas

sábado, 17 de maio de 2008

Quero


(Jorge Bucay)

[Quero que me ouça sem me julgar
Quero que me dê a sua opinião sem me aconselhar
Quero que confie em mim sem me exigir
Quero que me ajude sem tentar decidir por mim
Quero que cuide de mim sem me anular
Quero que olhe para mim sem projetar as suas coisas em mim
Quero que me abrace sem me asfixiar
Quero que me anime sem me empurrar
Quero que me apoie sem se encarregar de mim
Quero que me proteja sem mentiras
Quero que se aproxime sem me invadir
Quero que conheça as coisas que mais lhe desagradem em mim
Que as aceite e não pretenda mudá-las
Quero que saiba... que hoje pode contar comigo...
Sem condições.]

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Além da morte



CD com gravação caseira de Renato Russo sai em julho. O material do disco foi registrado por Renato aos 22 anos, em sua casa, em Brasília, com um gravador portátil

Desde a morte de Renato Russo, 12 anos atrás, sete discos e dois DVDs póstumos foram lançados (dele e da Legião Urbana). Mas a fonte ainda não secou. Em julho, chega às mãos dos fãs ''O Trovador Solitário'', CD que reunirá 11 faixas gravadas ao violão por ele em 1982, em casa, bem antes de fazerem sucesso - entre elas, Faroeste Caboclo, Eu Sei (que se chamava 18 e 21), Eduardo e Mônica e Dado Viciado. A iniciativa é do pesquisador musical Marcelo Fróes, que era amigo de Renato (o CD sai por seu selo, o Discobertas; a distribuição será feita pela Coqueiro Verde Records).

O material do disco foi registrado por Renato aos 22 anos, em sua casa, em Brasília, com um gravador portátil - estava numa fita cassete, cujo áudio foi remasterizado. "O áudio está muito bom, não muito diferente do que obtivemos para algumas faixas incluídas no CD Renato Russo Presente, em 2003", conta Fróes. O disco a que ele se refere trouxe quatro canções inéditas e trechos das últimas entrevistas concedidas por Renato (ele morreu, em decorrência da aids, em 11 de outubro de 1996).

Uma faixa de Presente que se repete neste CD é Boomerang Blues (''Tudo o que você faz/Um dia volta pra você/ E se você fizer o mal/Com o mal mais tarde você vai ter de viver''), composição de Renato que, em 2003, foi finalizada com a participação de integrantes do grupo Blues Etílicos. O título O Trovador Solitário foi escolhido porque foi assim que ele passou a se autodenominar depois de deixar sua primeira banda, o Aborto Elétrico - foi também o escolhido para a biografia do compositor que o jornalista Arthur Dapieve lançou em 2000.

Fróes não liberou audições do CD e não revela quais são suas outras faixas - quer fazer surpresa para a grande legião de órfãos de Renato. "Acho que (o impacto nos fãs) será muito grande, pois vai registrar oficialmente um momento muito importante de Renato, entre o fim do Aborto e a fundação da Legião, quando ele era ''o trovador solitário'' e tocava de voz e violão por aí", acredita. O lançamento do CD foi marcado por ocasião do Dia Mundial do Rock, comemorado em 13 de julho.

Fonte: Agência Estado

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Encantador....

"Once- apenas uma vez" é um longa-metragem irlandês.Escrito e dirigido por John Carney, e estrelado e cantado por Glen Hansard (cantor de uma banda irlandesa) e Marketa Irglova (cantora e pianista Tcheca), o filme é centrado na história do personagem de Glen (descrito no roteiro apenas como “rapaz”), músico de rua um tanto solitário após um amor que se foi. Ele se encontra com “garota” (Marketa), uma estrangeira mãe solteira que rapidamente se identifica com a música do rapaz, e os dois iniciam uma amizade marcada pelas canções que tocam e gravam. Um encontro que edifica os dois, os faz compreender e gostar mais de suas vidas.

A música central do filme (a singela balada Falling Slowly) ganhou o Oscar deste ano de melhor canção, interpretada por seu par de protagonistas – o roqueiro irlandês Glen Hansard, da banda The Frames, que dezessete anos atrás teve uma pequena participação no filme The Commitments, e a música checa Markéta Irglová.






sábado, 19 de abril de 2008

Uma linda história.....

Nora Jones no Cinema

Boa notícia para quem já é fã da Novaiorquina Norah Jones como cantora. A bela dá agora o ar de sua graça nas telonas em "My Blueberry Nights - Um beijo roubado". Ficou curioso?? Então segue a sinopse

SINOPSE: Uma mulher (Jones) quer resolver suas questões interiores sobre o amor e para isso decide embarcar numa jornada através da América. No meio do caminho, no entanto, ela vai encontrando uma série de personagens incomuns.




sábado, 15 de março de 2008

Especiais...

A vida faz com que tenhamos vários encontros especiais durante nossas jornadas aqui na terra. Porém, algumas pessoas nos são “apresentadas” por motivos diferentes, e muitas vezes, inexplicáveis.

Algumas são tão familiares a nossas almas, que até parecem que nossas histórias transcendem o tempo... Talvez venham de outras vidas - para quem acredita, por que não?-

Quem é essa pessoa para você?Aquela que nunca será esquecida?
Muitas vezes, não conseguimos explicar o que faz de alguém tão especial, não é mesmo? Mas basta pouco tempo ao lado dela e você sorrirá porque a resposta surge óbvia: seu coração sente. E sendo assim, para quê mais explicações?

sábado, 23 de fevereiro de 2008


A moça preparou-se para uma noite especial. Escolheu com capricho cada detalhe. Do perfume com fragrância de rosas ao modo como o cabelo caia sobre os olhos.

Mesmo que tanto capricho fosse para causar uma impressão positiva em alguém especial, não deixou de sentir-se satisfeita por estar cuidando um pouco mais de si mesma.

Admirar-se a fez bela.

Seu sorriso estava diferente. E um misto de meiguice com sensualidade exalava de seu olhar. Um encanto discreto e perturbador preencheu a vida de todos aqueles que cruzavam o seu caminho.

A noite correu estrelada e repleta de segredos. Digna de um conto de fadas e de uma princesa com essência de gata borralheira, mas que não perde o encanto depois da meia noite....Isso por ter aprendido que, na vida real, a mulher deve ser sua própria fada madrinha.